Na noite do domingo, 1º de Maio, uma caçada de 10 anos chegou ao fim com a execução de Osama Bin Laden, o infame líder da Al Qaeda que coordenou o ataque às Torres Gêmeas em setembro de 2001.
A investida contra as Torres Gêmeas matou 2.976 pessoas, fazendo o então presidente George W. Bush declarar guerra contra o terror – um inimigo invisível e, portanto, dificílimo de ser aniquilado.
Dessa data até o dia 1º de Maio de 2011, estima-se que 4.691 soldados americanos pereceram em combate – mais de 50% do que o total de mortos que eles estariam vingando, por assim dizer.
Com tropas ainda em território árabe e uma ameaça que transcende à morte do seu líder (cuja passagem ao posto de mártir para os seus seguidores já é dada como certa), ainda não se sabe quantos mais perecerão.
Quem foi o vencedor?
Não se pode dizer que houve um vencedor – mas, por mais que a morte de Bin Laden represente o enfraquecimento da organização terrorista, o seu ideal psicopata permanece vivo e rodando por pequenos vilarejos árabes e grandes cidades de todo o mundo. Ou seja: com ou sem Bin Laden, a Al Qaeda segue vencendo uma guerra que está longe de terminar.



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